IZA reage sobre ‘Brisa’ ser associada à maconha: ‘não me incomoda. Não é tabu’

(Foto: Reprodução | Instagram)

Bons ventos têm levado Iza ao topo da música pop nacional. Pouco mais de três anos depois de apostar em seu talento vocal e arrebatar o país, a cantora está por toda parte: no dueto com Milton Nascimento na abertura de “Malhação”; no comando do programa “Só toca top” ao lado de Toni Garrido; no “Música boa ao vivo”, do Multishow; e com suas canções bombando nos principais aplicativos de música (fora os comerciais que protagoniza). Numa maré boa no trabalho e no amor, a artista ainda comemora a parceria profissional e matrimonial com Sérgio Santos, um de seus produtores.[

— Eu não sabia como ia ser trabalhar com marido. Tudo era novidade. Conseguimos uma forma especial de lidar. Não trabalhamos juntos todos os dias. De vez em quando, criamos canções juntos… Ao mesmo tempo, falo de música com outros produtores, e ele, com outros artistas. Nunca fui tão feliz! Estou vivendo meu melhor momento — comemora ela, dizendo que os dois pensam em aumentar a família: — Quero ter o máximo de filhos que puder. Mas, por enquanto, são só conversas.

Aos 28 anos, a carioca conta que um dos segredos de seu sucesso é preservar sua essência e fazer valer sua personalidade. No clipe de “Brisa”, por exemplo, foi decidido que só haveria mulheres negras no balé. À interpretação do público de que a música “Brisa” tem referências à fumaça da maconha, Iza também reage:

— Sentia falta de bailarinos negros nas produções. Vou com isso até as pessoas pararem de falar. A galera troca isso comigo desde “Bateu”, música que lancei em agosto de 2018. Ela, sim, era na onda “legalize”… Acho hipocrisia a gente não falar sobre isso. Não é um tabu nem um problema. Em “Brisa”, a gente viu para onde a música estava indo depois de lançar. Mas o que quero é que os ouvintes se inspirem para viver seus bons momentos. Tenho sentido falta disso: de a gente estar na praia com os amigos, tomando as cervejas com nosso isopor. Isso é a música! Cada um faz o que quer para ficar na brisa. Não preciso falar de legalização neste momento, mas, para bom entendedor, meia palavra basta. É só ouvir minhas músicas.

Fonte: Ibahia